
Date
2027-01-05
Duration
62 nights
Departure Port
Miami, Flórida
Estados Unidos
Arrival Port
Sydney, Canadá
Canadá
Rating
Luxury
Theme
—








Seabourn
2011
—
32,000 GT
450
225
330
650 m
26 m
19 knots
No

Miami é uma cidade de reinvenção perpétua — a joia Art Deco de South Beach dá lugar aos murais de arte de rua de Wynwood, os ritmos cubanos da Calle Ocho e as torres de vidro e aço de um horizonte que se redesenhou a cada década desde que Julia Tuttle convenceu Henry Flagler a estender sua ferrovia para o sul em 1896. As experiências imperdíveis incluem passear pela Ocean Drive de fachadas em tons pastéis ao crepúsculo e explorar as coleções de classe mundial no Museu de Arte Pérez de Miami, com vista para a Baía de Biscayne. De novembro a abril, o clima é idílico — quente e seco — enquanto o verão traz calor, umidade e risco de furacões. Miami lida elegantemente com as partidas de cruzeiros, com o Porto de Miami a uma curta corrida de táxi dos melhores bairros.
In the early morning, your ship joins the flotilla of hulls of every shape and purpose from the far corners of the globe. They gather in Limon Bay off the shoreline of Cristobal in the Caribbean Sea to form the day’s convoy. Soon you will parade in file into the mighty Gatun Locks, there to be lifted patiently by inrushing water through three steps and exit into Gatun Lake to begin your transit of the canal. In truth, your ship sails from west to east, threading the jungled Gaillard Cut and before arriving at the Pedro Miguel Locks to begin your descent to the Pacific Ocean. At the Miraflores Locks, your ship files through the three descending steps, lowered gracefully by the outrushing waters into the mouth of the canal, bidding farewell to your convoy, and sailing on into the largest ocean on earth.
After a thrilling day passing through the mighty, water-powered locks and jungled channels of the Panama Canal, reflect on the engineering marvel that you have experienced, as your ship glides majestically out of the canal and into your first night in the Pacific Ocean. As the first stars sparkle in the horizon, lift your glass to the bold visionaries who dreamt of such an accomplishment so long ago, and to the untold thousands who toiled to make it real. VIEW CRUISES
If you are a “pollywog,” who has never crossed the line at sea, you will be expected to undergo a mock trial by King Neptune and his court for the entertainment of the “shellbacks” who have already done so. Mild but hilarious indignities will be conjured, and in the end a good time will be had by most, if not all.

A maior cidade do Equador e porta de entrada do Pacífico, Guayaquil reinventou sua histórica orla com o celebrado Malecón 2000, uma ampla promenade à beira do rio onde museus, jardins e vistas espetaculares do rio Guayas coexistem com a energia de uma cidade genuinamente ambiciosa. O histórico bairro de Las Peñas, com suas casas de madeira pintadas subindo uma colina coroada pelo farol Cerro Santa Ana, oferece o canto mais atmosférico da cidade antiga. Como ponto de embarque para a maioria das expedições às Galápagos, Guayaquil recompensa um ou dois dias de exploração antes das mais famosas maravilhas do arquipélago. A estação seca — de maio a dezembro — é a janela preferida para visitar a costa.

Machala é a "Capital Mundial da Banana" do Equador, uma cidade portuária em funcionamento na costa do Pacífico cercada por vastas plantações e ilhas de mangue de riqueza ecológica. As experiências imperdíveis incluem visitar uma plantação de banana, fazer um passeio de barco pelos mangues do arquipélago de Jambelí e degustar ceviche de amêijoa negra. De junho a novembro, o clima é o mais confortável, com excursões disponíveis para a colonial Cuenca e a Floresta Petrificada de Puyango.

Callao, Peru, oferece a irresistível combinação da América do Sul de paisagens dramáticas, cultura vibrante e extraordinária biodiversidade. As experiências essenciais incluem explorar mercados locais, degustar a distinta culinária regional e aventurar-se nos ambientes naturais circundantes. Melhor visitado de maio a setembro, quando as condições são mais secas e as temperaturas permanecem agradáveis. Companhias de cruzeiro, incluindo a Cunard, apresentam este porto em seus itinerários mais atraentes. Se você tem algumas horas ou um dia inteiro, o porto recompensa a exploração em todos os ritmos e em todas as direções.

Pisco, Peru, é uma distinta cidade portuária onde a profunda herança cultural encontra uma autêntica atmosfera local, apresentada em itinerários da Oceania Cruises. As experiências imperdíveis incluem explorar os vibrantes mercados locais em busca de especialidades regionais e frutos do mar frescos, e descobrir o bairro à beira-mar onde a herança marítima encontra a energia contemporânea. O melhor período para visitar é de novembro a abril, quando a estação seca traz céus claros e mares calmos.

Iquique, no Chile, entrega a irresistível combinação da América do Sul de paisagens dramáticas, cultura vibrante e extraordinária biodiversidade. As experiências essenciais incluem explorar mercados locais, degustar a distinta culinária regional e se aventurar nos ambientes naturais circundantes. O melhor período para visitar é de maio a setembro, quando prevalecem condições mais secas e as temperaturas permanecem agradáveis. Companhias de cruzeiro, incluindo a Azamara, apresentam este porto em seus itinerários mais atraentes. Seja você um visitante por algumas horas ou por um dia inteiro, o porto recompensa a exploração em todos os ritmos e direções.
The southeastern-most point in the Polynesian Triangle, tiny Easter Island in the South Pacific is one of the most remote places on earth. Even more oddly, it belongs to Chile, which lies 3,700 miles away over the eastern horizon. In fact, a large slice of the island is Chile’s Rapa Nui National Park, preserving the sculptural heritage of the indigenous Rapa Nui people, whose ancestors carved the huge human effigies called moai that give the island its renown and earned it UNESCO World Heritage Site status. These stylized sculptures stand on the slopes of the island, gazing implacably out to sea, often on stone platforms called ahu. They were apparently carved between the 13th and 16th centuries, for reasons that are debated. But the enigmatic effigies, the dramatic volcanic landscape, the Rapa Nui people themselves and the sheer isolation of the island combine to draw visitors from every corner of the globe to this speck in the world’s largest ocean.
Hiva Oa, nas Ilhas Marquesas, é a remota ilha do Pacífico onde Gauguin e Jacques Brel escolheram passar seus últimos anos, atraídos por paisagens vulcânicas de cristas afiadas e baías de areia preta que permanecem entre as mais dramáticas da Polinésia. As experiências imperdíveis incluem o Cemitério Calvaire, o tiki arqueológico de Puamau e degustar ensopado de cabra marquesano com fruta-pão. A temporada seca de maio a outubro oferece as melhores condições para explorar este paraíso extraordinariamente isolado.

Fakarava é um atol da Reserva da Biosfera da UNESCO no arquipélago de Tuamotu, na Polinésia Francesa, oferecendo algumas das mergulhos mais espetaculares do mundo — incluindo mergulhos à deriva através de passes repletos de tubarões — e praias de areia rosa intocadas. As experiências imperdíveis incluem mergulhar na "parede de tubarões" de Garuae, visitar uma fazenda de pérolas negras e observar as estrelas de um motu desabitado. De abril a novembro, as condições são mais secas, com junho e julho apresentando a lendária desova do garoupa.

Rangiroa é o segundo maior atol de coral do mundo, um anel de ilhotas margeadas por palmeiras na Polinésia Francesa, circundando uma lagoa vasta o suficiente para conter o Tahiti. Os visitantes devem mergulhar ou fazer snorkel no Passo Tiputa para ver tubarões e golfinhos, visitar a surreal Lagoa Azul e a praia de Areias Rosadas, e saborear poisson cru em uma pensão polinésia. De maio a outubro, as condições de mergulho são calmas, enquanto janeiro a março traz tubarões-martelo.

Papeete é a capital vibrante e ligeiramente desgastada da Polinésia Francesa — não o paraíso languido da imaginação de cartazes de viagem, mas uma cidade portuária em funcionamento com mercados de produtos frescos, padarias de baguete e clubes de canoa polinésia que oferecem um contraponto autêntico às lagoas tranquilas de Bora Bora e Moorea nas proximidades. O Marché de Papeete, realizado diariamente, é a experiência essencial da cidade, com barracas repletas de vagens de baunilha, óleos perfumados de monoi, pérolas negras e os arranjos florais mais exuberantes do Pacífico. Moorea, visível através do Mar da Lua e a apenas 30 minutos de ferry rápido, oferece uma alternativa dramaticamente mais tranquila. A estação seca, de maio a outubro, traz o melhor clima.


Bora Bora ergue-se do Pacífico Sul como o ideal platônico de uma ilha tropical — um pico vulcânico cercado por uma lagoa de uma clareza turquesa impossível, cuja beleza a tornou o padrão pelo qual todos os outros destinos insulares são medidos. O bangalô sobre a água foi efetivamente inventado aqui, e os resorts de luxo da ilha permanecem a expressão definitiva dessa forma sublime de hospitalidade. Faça snorkel ou mergulhe nos extraordinários jardins de corais do recife externo, ou simplesmente observe a luz que muda transformando a silhueta basáltica do Monte Otemanu durante a longa tarde do Pacífico. Visite de abril a outubro para as condições mais calmas e secas. O Aeroporto Internacional Faa'a de Tahiti está a um voo de quarenta e cinco minutos de distância.

Aitutaki é o atol das Ilhas Cook cujo lago — indiscutivelmente o mais bonito do mundo — brilha em azuis impossíveis ao redor de motus cercados por palmeiras, incluindo a lendária praia da Ilha One Foot e um remoto correio. Visite de maio a outubro via Paul Gauguin ou Silversea para snorkeling cristalino, tradicionais banquetes polinésios umukai e a rara experiência de uma ilha do Pacífico que silencia até o viajante mais cínico.
The capital of Tonga is on Tongatapu, its largest island. Learn about the history and heritage of the Tongans at the Tonga Cultural Centre, a complex of traditional buildings holding museums and artisans workshops where traditional crafts are made. In the nearby village of Mu’a, see the marvelously crafted stone tombs of Tongan kings from the past.

Auckland, a maior cidade da Nova Zelândia, se estende por um istmo vulcânico entre dois portos, oferecendo uma rara mistura de sofisticação da região do Pacífico, herança Māori e beleza natural dramática. As experiências imperdíveis incluem uma tarde de vinho e ostras na Ilha Waiheke e a ascensão panorâmica de Maungawhau (Monte Eden) com vista para o porto e a Ilha Rangitoto. A temporada ideal de cruzeiros vai de novembro a março, quando os longos dias de verão, mares calmos e as árvores pohutukawa em flor escarlate tornam a aproximação do Porto Waitematā verdadeiramente inesquecível.

Tauranga é a porta de entrada para a Baía da Abundância da Nova Zelândia, onde a praia perfeita em Mount Maunganui, os gêiseres em erupção de Rotorua e as experiências culturais Māori em Te Puia criam uma das áreas de destino mais diversas da Ilha Norte. Visite de novembro a março via Celebrity ou Princess Cruises para caminhadas até o cume, maravilhas geotérmicas e encontros autênticos com os Māori que conferem a esta costa ensolarada uma profundidade cultural que combina com sua beleza natural.

Napier é uma cidade costeira da Nova Zelândia, renomada pela mais completa coleção de arquitetura Art Déco do mundo, reconstruída após um devastador terremoto em 1931. As experiências imperdíveis incluem um passeio guiado a pé pelo Art Déco, degustação de vinhos nas renomadas vinícolas de Hawke's Bay e visita à colônia de atuns no Cabo Kidnappers. De novembro a abril, o clima é mais quente, com o fim de semana Art Déco em fevereiro proporcionando a celebração vintage definitiva.

Wellington é a compacta e criativa capital da Nova Zelândia, lar do mundialmente famoso museu Te Papa, do império cinematográfico de Peter Jackson e de uma cultura de café e cerveja artesanal que rivaliza com cidades muitas vezes maiores. As experiências imperdíveis incluem a exposição Gallipoli do Te Papa, a cena gastronômica boêmia da Cuba Street e o passeio de bondinho até o Jardim Botânico. De novembro a março, as temperaturas são mais quentes, embora o clima de quatro estações em um dia de Wellington adicione caráter durante todo o ano.

Picton é a porta de entrada para os 1.500 quilômetros de costa cênica dos Sons de Marlborough e a principal região vinícola de Sauvignon Blanc da Nova Zelândia. As atividades imperdíveis incluem caminhar por trechos da Queen Charlotte Track, degustar vinhos no Vale de Wairau e observar golfinhos nos sons protegidos. De novembro a março, o clima é mais quente e os dias são mais longos, ideais para exploração dos sons e visitas às vinícolas.

Kaikoura é a capital da vida selvagem marinha na costa da Ilha Sul da Nova Zelândia, onde profundos cânions submarinos criam condições para observação de cachalotes durante todo o ano, natação com golfinhos e encontros com albatrozes contra um pano de fundo de montanhas cobertas de neve. As experiências imperdíveis incluem observar baleias com uma taxa de avistamento de 95%, comer lagostas no lendário ponto de parada Nin's Bin e nadar com golfinhos-dusky. Visite durante todo o ano — as baleias estão sempre presentes, com diferentes estações favorecendo diferentes espécies.

Akaroa é uma vila de herança francesa aninhada em uma antiga cratera vulcânica na Península Banks, na Nova Zelândia, lar do raro golfinho Hector e de uma sofisticada cena gastronômica com salmão fresco do porto e vinhos de clima fresco. As atividades imperdíveis incluem nadar com golfinhos Hector, explorar a herança colonial francesa ao longo da Rue Lavaud e jantar com mexilhões verdes locais. Visite de dezembro a março para o clima mais quente e as melhores condições para observar golfinhos.

Timaru, Nova Zelândia, é uma cidade portuária distinta onde a rica herança cultural encontra uma atmosfera local autêntica, destacada nos itinerários da Holland America Line. As experiências imperdíveis incluem caminhar pelo centro histórico para vivenciar a herança arquitetônica em camadas e buscar as tradições culinárias regionais em um estabelecimento local fora da área portuária. O melhor período para visitar é de novembro a março, quando as temperaturas amenas e os dias longos favorecem uma exploração sem pressa.

Dunedin é a cidade do sul da Nova Zelândia fundada por escoceses, lar da estação ferroviária mais bonita do Hemisfério Sul, da única colônia de albatrozes reais do continente e de raros locais de nidificação de pinguins de olhos amarelos na Península de Otago. Visite de novembro a março através da Seabourn ou Oceania Cruises para encontros com a vida selvagem, grandeza arquitetônica vitoriana e uma cultura de cidade universitária que se destaca.

Oban, a Porta das Ilhas da Escócia, é uma encantadora cidade portuária na costa oeste onde frutos do mar de classe mundial encontram aventuras nas ilhas Hebrides. As experiências imperdíveis incluem degustar langoustines na famosa Seafood Hut, visitar a sagrada Iona e a Caverna de Fingal em Staffa, e experimentar o single malt marítimo da Oban Distillery. Visite de maio a setembro para o melhor clima e os dias mais longos para explorar as Hébridas Interiores.

Sydney, na Ilha Cape Breton, na Nova Escócia, é uma encantadora cidade portuária onde a herança escocesa-acadiana encontra a beleza crua do Atlântico, servindo como a porta de entrada para a lendária Cabot Trail — uma das mais espetaculares estradas costeiras do mundo. Os visitantes devem saborear a famosa sopa de frutos do mar da ilha e os tradicionais bolos de aveia enquanto exploram o colorido calçadão à beira-mar. A temporada de pico se estende de junho até outubro, quando a folhagem ardente do outono transforma as terras altas em uma tapeçaria de carmesim e ouro.
Day 1

Miami é uma cidade de reinvenção perpétua — a joia Art Deco de South Beach dá lugar aos murais de arte de rua de Wynwood, os ritmos cubanos da Calle Ocho e as torres de vidro e aço de um horizonte que se redesenhou a cada década desde que Julia Tuttle convenceu Henry Flagler a estender sua ferrovia para o sul em 1896. As experiências imperdíveis incluem passear pela Ocean Drive de fachadas em tons pastéis ao crepúsculo e explorar as coleções de classe mundial no Museu de Arte Pérez de Miami, com vista para a Baía de Biscayne. De novembro a abril, o clima é idílico — quente e seco — enquanto o verão traz calor, umidade e risco de furacões. Miami lida elegantemente com as partidas de cruzeiros, com o Porto de Miami a uma curta corrida de táxi dos melhores bairros.
Day 2
Day 3
Day 4
Day 5
In the early morning, your ship joins the flotilla of hulls of every shape and purpose from the far corners of the globe. They gather in Limon Bay off the shoreline of Cristobal in the Caribbean Sea to form the day’s convoy. Soon you will parade in file into the mighty Gatun Locks, there to be lifted patiently by inrushing water through three steps and exit into Gatun Lake to begin your transit of the canal. In truth, your ship sails from west to east, threading the jungled Gaillard Cut and before arriving at the Pedro Miguel Locks to begin your descent to the Pacific Ocean. At the Miraflores Locks, your ship files through the three descending steps, lowered gracefully by the outrushing waters into the mouth of the canal, bidding farewell to your convoy, and sailing on into the largest ocean on earth.
After a thrilling day passing through the mighty, water-powered locks and jungled channels of the Panama Canal, reflect on the engineering marvel that you have experienced, as your ship glides majestically out of the canal and into your first night in the Pacific Ocean. As the first stars sparkle in the horizon, lift your glass to the bold visionaries who dreamt of such an accomplishment so long ago, and to the untold thousands who toiled to make it real. VIEW CRUISES
Day 6
Day 7
If you are a “pollywog,” who has never crossed the line at sea, you will be expected to undergo a mock trial by King Neptune and his court for the entertainment of the “shellbacks” who have already done so. Mild but hilarious indignities will be conjured, and in the end a good time will be had by most, if not all.
Day 8

A maior cidade do Equador e porta de entrada do Pacífico, Guayaquil reinventou sua histórica orla com o celebrado Malecón 2000, uma ampla promenade à beira do rio onde museus, jardins e vistas espetaculares do rio Guayas coexistem com a energia de uma cidade genuinamente ambiciosa. O histórico bairro de Las Peñas, com suas casas de madeira pintadas subindo uma colina coroada pelo farol Cerro Santa Ana, oferece o canto mais atmosférico da cidade antiga. Como ponto de embarque para a maioria das expedições às Galápagos, Guayaquil recompensa um ou dois dias de exploração antes das mais famosas maravilhas do arquipélago. A estação seca — de maio a dezembro — é a janela preferida para visitar a costa.
Day 9

Machala é a "Capital Mundial da Banana" do Equador, uma cidade portuária em funcionamento na costa do Pacífico cercada por vastas plantações e ilhas de mangue de riqueza ecológica. As experiências imperdíveis incluem visitar uma plantação de banana, fazer um passeio de barco pelos mangues do arquipélago de Jambelí e degustar ceviche de amêijoa negra. De junho a novembro, o clima é o mais confortável, com excursões disponíveis para a colonial Cuenca e a Floresta Petrificada de Puyango.
Day 10
Day 11
Day 12

Callao, Peru, oferece a irresistível combinação da América do Sul de paisagens dramáticas, cultura vibrante e extraordinária biodiversidade. As experiências essenciais incluem explorar mercados locais, degustar a distinta culinária regional e aventurar-se nos ambientes naturais circundantes. Melhor visitado de maio a setembro, quando as condições são mais secas e as temperaturas permanecem agradáveis. Companhias de cruzeiro, incluindo a Cunard, apresentam este porto em seus itinerários mais atraentes. Se você tem algumas horas ou um dia inteiro, o porto recompensa a exploração em todos os ritmos e em todas as direções.
Day 14

Pisco, Peru, é uma distinta cidade portuária onde a profunda herança cultural encontra uma autêntica atmosfera local, apresentada em itinerários da Oceania Cruises. As experiências imperdíveis incluem explorar os vibrantes mercados locais em busca de especialidades regionais e frutos do mar frescos, e descobrir o bairro à beira-mar onde a herança marítima encontra a energia contemporânea. O melhor período para visitar é de novembro a abril, quando a estação seca traz céus claros e mares calmos.
Day 15
Day 16

Iquique, no Chile, entrega a irresistível combinação da América do Sul de paisagens dramáticas, cultura vibrante e extraordinária biodiversidade. As experiências essenciais incluem explorar mercados locais, degustar a distinta culinária regional e se aventurar nos ambientes naturais circundantes. O melhor período para visitar é de maio a setembro, quando prevalecem condições mais secas e as temperaturas permanecem agradáveis. Companhias de cruzeiro, incluindo a Azamara, apresentam este porto em seus itinerários mais atraentes. Seja você um visitante por algumas horas ou por um dia inteiro, o porto recompensa a exploração em todos os ritmos e direções.
Day 17
Day 18
Day 19
Day 20
Day 21
Day 22
Day 23
The southeastern-most point in the Polynesian Triangle, tiny Easter Island in the South Pacific is one of the most remote places on earth. Even more oddly, it belongs to Chile, which lies 3,700 miles away over the eastern horizon. In fact, a large slice of the island is Chile’s Rapa Nui National Park, preserving the sculptural heritage of the indigenous Rapa Nui people, whose ancestors carved the huge human effigies called moai that give the island its renown and earned it UNESCO World Heritage Site status. These stylized sculptures stand on the slopes of the island, gazing implacably out to sea, often on stone platforms called ahu. They were apparently carved between the 13th and 16th centuries, for reasons that are debated. But the enigmatic effigies, the dramatic volcanic landscape, the Rapa Nui people themselves and the sheer isolation of the island combine to draw visitors from every corner of the globe to this speck in the world’s largest ocean.
Day 25
Day 26
Day 27
Day 28
Day 29
Day 30
Day 31
Hiva Oa, nas Ilhas Marquesas, é a remota ilha do Pacífico onde Gauguin e Jacques Brel escolheram passar seus últimos anos, atraídos por paisagens vulcânicas de cristas afiadas e baías de areia preta que permanecem entre as mais dramáticas da Polinésia. As experiências imperdíveis incluem o Cemitério Calvaire, o tiki arqueológico de Puamau e degustar ensopado de cabra marquesano com fruta-pão. A temporada seca de maio a outubro oferece as melhores condições para explorar este paraíso extraordinariamente isolado.
Day 32
Day 33

Fakarava é um atol da Reserva da Biosfera da UNESCO no arquipélago de Tuamotu, na Polinésia Francesa, oferecendo algumas das mergulhos mais espetaculares do mundo — incluindo mergulhos à deriva através de passes repletos de tubarões — e praias de areia rosa intocadas. As experiências imperdíveis incluem mergulhar na "parede de tubarões" de Garuae, visitar uma fazenda de pérolas negras e observar as estrelas de um motu desabitado. De abril a novembro, as condições são mais secas, com junho e julho apresentando a lendária desova do garoupa.
Day 34

Rangiroa é o segundo maior atol de coral do mundo, um anel de ilhotas margeadas por palmeiras na Polinésia Francesa, circundando uma lagoa vasta o suficiente para conter o Tahiti. Os visitantes devem mergulhar ou fazer snorkel no Passo Tiputa para ver tubarões e golfinhos, visitar a surreal Lagoa Azul e a praia de Areias Rosadas, e saborear poisson cru em uma pensão polinésia. De maio a outubro, as condições de mergulho são calmas, enquanto janeiro a março traz tubarões-martelo.
Day 35

Papeete é a capital vibrante e ligeiramente desgastada da Polinésia Francesa — não o paraíso languido da imaginação de cartazes de viagem, mas uma cidade portuária em funcionamento com mercados de produtos frescos, padarias de baguete e clubes de canoa polinésia que oferecem um contraponto autêntico às lagoas tranquilas de Bora Bora e Moorea nas proximidades. O Marché de Papeete, realizado diariamente, é a experiência essencial da cidade, com barracas repletas de vagens de baunilha, óleos perfumados de monoi, pérolas negras e os arranjos florais mais exuberantes do Pacífico. Moorea, visível através do Mar da Lua e a apenas 30 minutos de ferry rápido, oferece uma alternativa dramaticamente mais tranquila. A estação seca, de maio a outubro, traz o melhor clima.
Day 37

Day 38

Bora Bora ergue-se do Pacífico Sul como o ideal platônico de uma ilha tropical — um pico vulcânico cercado por uma lagoa de uma clareza turquesa impossível, cuja beleza a tornou o padrão pelo qual todos os outros destinos insulares são medidos. O bangalô sobre a água foi efetivamente inventado aqui, e os resorts de luxo da ilha permanecem a expressão definitiva dessa forma sublime de hospitalidade. Faça snorkel ou mergulhe nos extraordinários jardins de corais do recife externo, ou simplesmente observe a luz que muda transformando a silhueta basáltica do Monte Otemanu durante a longa tarde do Pacífico. Visite de abril a outubro para as condições mais calmas e secas. O Aeroporto Internacional Faa'a de Tahiti está a um voo de quarenta e cinco minutos de distância.
Day 39
Day 40

Aitutaki é o atol das Ilhas Cook cujo lago — indiscutivelmente o mais bonito do mundo — brilha em azuis impossíveis ao redor de motus cercados por palmeiras, incluindo a lendária praia da Ilha One Foot e um remoto correio. Visite de maio a outubro via Paul Gauguin ou Silversea para snorkeling cristalino, tradicionais banquetes polinésios umukai e a rara experiência de uma ilha do Pacífico que silencia até o viajante mais cínico.
Day 41
Day 42
Day 43
The capital of Tonga is on Tongatapu, its largest island. Learn about the history and heritage of the Tongans at the Tonga Cultural Centre, a complex of traditional buildings holding museums and artisans workshops where traditional crafts are made. In the nearby village of Mu’a, see the marvelously crafted stone tombs of Tongan kings from the past.
Day 44
Day 45
Day 46
Day 47
Day 48

Auckland, a maior cidade da Nova Zelândia, se estende por um istmo vulcânico entre dois portos, oferecendo uma rara mistura de sofisticação da região do Pacífico, herança Māori e beleza natural dramática. As experiências imperdíveis incluem uma tarde de vinho e ostras na Ilha Waiheke e a ascensão panorâmica de Maungawhau (Monte Eden) com vista para o porto e a Ilha Rangitoto. A temporada ideal de cruzeiros vai de novembro a março, quando os longos dias de verão, mares calmos e as árvores pohutukawa em flor escarlate tornam a aproximação do Porto Waitematā verdadeiramente inesquecível.
Day 49

Tauranga é a porta de entrada para a Baía da Abundância da Nova Zelândia, onde a praia perfeita em Mount Maunganui, os gêiseres em erupção de Rotorua e as experiências culturais Māori em Te Puia criam uma das áreas de destino mais diversas da Ilha Norte. Visite de novembro a março via Celebrity ou Princess Cruises para caminhadas até o cume, maravilhas geotérmicas e encontros autênticos com os Māori que conferem a esta costa ensolarada uma profundidade cultural que combina com sua beleza natural.
Day 50
Day 51

Napier é uma cidade costeira da Nova Zelândia, renomada pela mais completa coleção de arquitetura Art Déco do mundo, reconstruída após um devastador terremoto em 1931. As experiências imperdíveis incluem um passeio guiado a pé pelo Art Déco, degustação de vinhos nas renomadas vinícolas de Hawke's Bay e visita à colônia de atuns no Cabo Kidnappers. De novembro a abril, o clima é mais quente, com o fim de semana Art Déco em fevereiro proporcionando a celebração vintage definitiva.
Day 52

Wellington é a compacta e criativa capital da Nova Zelândia, lar do mundialmente famoso museu Te Papa, do império cinematográfico de Peter Jackson e de uma cultura de café e cerveja artesanal que rivaliza com cidades muitas vezes maiores. As experiências imperdíveis incluem a exposição Gallipoli do Te Papa, a cena gastronômica boêmia da Cuba Street e o passeio de bondinho até o Jardim Botânico. De novembro a março, as temperaturas são mais quentes, embora o clima de quatro estações em um dia de Wellington adicione caráter durante todo o ano.
Day 53

Picton é a porta de entrada para os 1.500 quilômetros de costa cênica dos Sons de Marlborough e a principal região vinícola de Sauvignon Blanc da Nova Zelândia. As atividades imperdíveis incluem caminhar por trechos da Queen Charlotte Track, degustar vinhos no Vale de Wairau e observar golfinhos nos sons protegidos. De novembro a março, o clima é mais quente e os dias são mais longos, ideais para exploração dos sons e visitas às vinícolas.
Day 54

Kaikoura é a capital da vida selvagem marinha na costa da Ilha Sul da Nova Zelândia, onde profundos cânions submarinos criam condições para observação de cachalotes durante todo o ano, natação com golfinhos e encontros com albatrozes contra um pano de fundo de montanhas cobertas de neve. As experiências imperdíveis incluem observar baleias com uma taxa de avistamento de 95%, comer lagostas no lendário ponto de parada Nin's Bin e nadar com golfinhos-dusky. Visite durante todo o ano — as baleias estão sempre presentes, com diferentes estações favorecendo diferentes espécies.
Day 55

Akaroa é uma vila de herança francesa aninhada em uma antiga cratera vulcânica na Península Banks, na Nova Zelândia, lar do raro golfinho Hector e de uma sofisticada cena gastronômica com salmão fresco do porto e vinhos de clima fresco. As atividades imperdíveis incluem nadar com golfinhos Hector, explorar a herança colonial francesa ao longo da Rue Lavaud e jantar com mexilhões verdes locais. Visite de dezembro a março para o clima mais quente e as melhores condições para observar golfinhos.
Day 56

Timaru, Nova Zelândia, é uma cidade portuária distinta onde a rica herança cultural encontra uma atmosfera local autêntica, destacada nos itinerários da Holland America Line. As experiências imperdíveis incluem caminhar pelo centro histórico para vivenciar a herança arquitetônica em camadas e buscar as tradições culinárias regionais em um estabelecimento local fora da área portuária. O melhor período para visitar é de novembro a março, quando as temperaturas amenas e os dias longos favorecem uma exploração sem pressa.
Day 57

Dunedin é a cidade do sul da Nova Zelândia fundada por escoceses, lar da estação ferroviária mais bonita do Hemisfério Sul, da única colônia de albatrozes reais do continente e de raros locais de nidificação de pinguins de olhos amarelos na Península de Otago. Visite de novembro a março através da Seabourn ou Oceania Cruises para encontros com a vida selvagem, grandeza arquitetônica vitoriana e uma cultura de cidade universitária que se destaca.
Day 58

Oban, a Porta das Ilhas da Escócia, é uma encantadora cidade portuária na costa oeste onde frutos do mar de classe mundial encontram aventuras nas ilhas Hebrides. As experiências imperdíveis incluem degustar langoustines na famosa Seafood Hut, visitar a sagrada Iona e a Caverna de Fingal em Staffa, e experimentar o single malt marítimo da Oban Distillery. Visite de maio a setembro para o melhor clima e os dias mais longos para explorar as Hébridas Interiores.
Day 59
Day 60
Day 61
Day 62
Day 63

Sydney, na Ilha Cape Breton, na Nova Escócia, é uma encantadora cidade portuária onde a herança escocesa-acadiana encontra a beleza crua do Atlântico, servindo como a porta de entrada para a lendária Cabot Trail — uma das mais espetaculares estradas costeiras do mundo. Os visitantes devem saborear a famosa sopa de frutos do mar da ilha e os tradicionais bolos de aveia enquanto exploram o colorido calçadão à beira-mar. A temporada de pico se estende de junho até outubro, quando a folhagem ardente do outono transforma as terras altas em uma tapeçaria de carmesim e ouro.















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