
Date
2026-09-27
Duration
7 nights
Departure Port
Porto
Portugal
Arrival Port
Porto
Portugal
Rating
—
Theme
—








Uniworld Cruzeiros Fluviais
Super Ship
2020
—
—
100
50
37
262 m
11 m
10 knots
No
Porto, o histórico porto fluvial francês na foz do Gironde, serve como a porta marítima histórica de Bordeaux e um destino de surpreendente riqueza cultural. O bairro da cidadela medieval oferece vistas panorâmicas sobre o rio, enquanto o château neogótico e a igreja românica ancoram uma cidade que outrora abastecia viagens transatlânticas. Restaurantes locais celebram os produtos renomados da região — cordeiro de Pauillac, ostras da bacia de Arcachon e os grandes vinhos do Médoc, cujos lendários châteaux estão a uma curta distância de carro. Visite em setembro durante a colheita das uvas para uma atmosfera inesquecível.

Entre-os-Rios é um encantador porto português conhecido por sua deslumbrante paisagem e importância histórica, especialmente em torno do Rio Douro. Os visitantes devem se deliciar com iguarias locais como "Francesinha" e explorar atrações próximas, como Lisboa e a pitoresca Odeceixe. A melhor época para visitar é durante os meses de primavera e outono, quando o clima é ameno e as paisagens são vibrantes.
Régua, porta de entrada para a vertiginosa região vinícola do Vale do Douro em Portugal, está situada no ponto onde o rio entra em seu desfiladeiro mais dramático — vinhedos em terraços subindo encostas impossíveis de todos os lados, suas paredes de xisto um testemunho de gerações de determinação vitícola. O Museu do Vinho na estação de azulejos art nouveau de Pinhão captura a alma da região, enquanto as grandes quintas — Ramos Pinto, Croft, Niepoort — abrem suas adegas para degustações íntimas de vinho do Porto vintage e brancos secos luminosos. A temporada de colheita em setembro e outubro transforma o vale em um festival de cores e fermentação.

Pinhão está na curva mais fotografada do rio Douro, onde vinhedos em terraços impossivelmente íngremes — as paredes de xisto construídas à mão ao longo dos séculos — moldaram um vale tão bonito que é protegido como Patrimônio Mundial da UNESCO e produz vinho do Porto para o mundo desde que o Marquês de Pombal estabeleceu seus limites em 1756. A estação ferroviária da vila, decorada com 24 painéis de azulejos retratando cenas da colheita de uvas, é uma pequena obra-prima da arte popular portuguesa que justifica uma parada. O cruzeiro pelo rio entre Pinhão e Régua, passando pelo coração da região do vinho do Porto, está entre as mais belas jornadas da Europa. Visite durante a colheita de setembro para uma experiência de extraordinária riqueza sensorial.

Pocinho marca o ponto navegável mais oriental do Rio Douro — o término do vale onde a história do vinho do Porto começou e onde a paisagem atinge sua expressão mais elementar e dramática: encostas de xisto quase verticais em terraços transformados em escadas de vinhedos, com o rio correndo prateado entre eles na luz da manhã. Os barcos rabelo restaurados, que outrora transportavam barris de vinho rio abaixo, agora são uma memória romantizada, mas as quintas em funcionamento do vale recebem visitantes para degustações dos vinhos não fortificados cada vez mais celebrados do alto Douro. O Parque Natural Internacional do Douro, que faz fronteira com a Espanha, protege colônias raras de abutres egípcios no planalto circundante. De setembro a outubro, durante a colheita, é a temporada imperdível.

Vega de Terrón é um pequeno porto fluvial na fronteira com Portugal, onde o Douro — navegável aqui apenas desde meados do século XX — abre caminho através do espetacular Parque Natural Arribes del Duero, uma paisagem de desfiladeiros de granito que mergulham centenas de metros até o rio abaixo, pontilhada por vilarejos antigos e raros locais de nidificação de cegonhas pretas. Passageiros de cruzeiros fluviais desembarcam aqui para descobrir uma fronteira ibérica que séculos de penhascos íngremes e correntezas selvagens mantiveram praticamente impenetrável, explorando vinícolas portuguesas nas proximidades que produzem tintos ousados e terrosos de vinhedos de xisto centenários. A primavera acende as encostas do desfiladeiro com flores silvestres; o outono infunde as vinhas em terraços com cobre polido e ouro.

Barca d'Alva, uma remota vila de fronteira no ponto mais alto navegável do Rio Douro, marca o término oriental dos cruzeiros fluviais portugueses, onde a paisagem muda de vinhedos em terraços de vinho do Porto para as austeras terras de granito de Trás-os-Montes. A estação ferroviária abandonada com azulejos, os pomares de amendoeiras que descem até a margem do rio e o silêncio do parque arqueológico do Vale do Côa — que protege a coleção mais importante do mundo de arte rupestre paleolítica ao ar livre — tornam este um ponto de parada inesperadamente rico. A primavera traz flores de amendoeira em cada colina; o outono chega dourado com a colheita da vindima. A cidade espanhola de Salamanca fica a uma hora de carro a leste.
Régua, porta de entrada para a vertiginosa região vinícola do Vale do Douro em Portugal, está situada no ponto onde o rio entra em seu desfiladeiro mais dramático — vinhedos em terraços subindo encostas impossíveis de todos os lados, suas paredes de xisto um testemunho de gerações de determinação vitícola. O Museu do Vinho na estação de azulejos art nouveau de Pinhão captura a alma da região, enquanto as grandes quintas — Ramos Pinto, Croft, Niepoort — abrem suas adegas para degustações íntimas de vinho do Porto vintage e brancos secos luminosos. A temporada de colheita em setembro e outubro transforma o vale em um festival de cores e fermentação.
Guimarães é o berço de Portugal, listado como Patrimônio Mundial da UNESCO, onde o primeiro rei declarou independência em 1139, cercado por castelos de granito, ruas medievais e o notável Palácio dos Duques de Bragança. As experiências imperdíveis incluem explorar o centro histórico, degustar bacalhau à Minhota e vinho verde, e andar de teleférico até a Montanha da Penha. De abril a outubro, o clima é mais favorável, com as Festas Gualterianas de junho adicionando cor festiva.
Porto, o histórico porto fluvial francês na foz do Gironde, serve como a porta marítima histórica de Bordeaux e um destino de surpreendente riqueza cultural. O bairro da cidadela medieval oferece vistas panorâmicas sobre o rio, enquanto o château neogótico e a igreja românica ancoram uma cidade que outrora abastecia viagens transatlânticas. Restaurantes locais celebram os produtos renomados da região — cordeiro de Pauillac, ostras da bacia de Arcachon e os grandes vinhos do Médoc, cujos lendários châteaux estão a uma curta distância de carro. Visite em setembro durante a colheita das uvas para uma atmosfera inesquecível.
Day 1
Porto, o histórico porto fluvial francês na foz do Gironde, serve como a porta marítima histórica de Bordeaux e um destino de surpreendente riqueza cultural. O bairro da cidadela medieval oferece vistas panorâmicas sobre o rio, enquanto o château neogótico e a igreja românica ancoram uma cidade que outrora abastecia viagens transatlânticas. Restaurantes locais celebram os produtos renomados da região — cordeiro de Pauillac, ostras da bacia de Arcachon e os grandes vinhos do Médoc, cujos lendários châteaux estão a uma curta distância de carro. Visite em setembro durante a colheita das uvas para uma atmosfera inesquecível.
Day 2

Entre-os-Rios é um encantador porto português conhecido por sua deslumbrante paisagem e importância histórica, especialmente em torno do Rio Douro. Os visitantes devem se deliciar com iguarias locais como "Francesinha" e explorar atrações próximas, como Lisboa e a pitoresca Odeceixe. A melhor época para visitar é durante os meses de primavera e outono, quando o clima é ameno e as paisagens são vibrantes.
Day 3
Régua, porta de entrada para a vertiginosa região vinícola do Vale do Douro em Portugal, está situada no ponto onde o rio entra em seu desfiladeiro mais dramático — vinhedos em terraços subindo encostas impossíveis de todos os lados, suas paredes de xisto um testemunho de gerações de determinação vitícola. O Museu do Vinho na estação de azulejos art nouveau de Pinhão captura a alma da região, enquanto as grandes quintas — Ramos Pinto, Croft, Niepoort — abrem suas adegas para degustações íntimas de vinho do Porto vintage e brancos secos luminosos. A temporada de colheita em setembro e outubro transforma o vale em um festival de cores e fermentação.

Pinhão está na curva mais fotografada do rio Douro, onde vinhedos em terraços impossivelmente íngremes — as paredes de xisto construídas à mão ao longo dos séculos — moldaram um vale tão bonito que é protegido como Patrimônio Mundial da UNESCO e produz vinho do Porto para o mundo desde que o Marquês de Pombal estabeleceu seus limites em 1756. A estação ferroviária da vila, decorada com 24 painéis de azulejos retratando cenas da colheita de uvas, é uma pequena obra-prima da arte popular portuguesa que justifica uma parada. O cruzeiro pelo rio entre Pinhão e Régua, passando pelo coração da região do vinho do Porto, está entre as mais belas jornadas da Europa. Visite durante a colheita de setembro para uma experiência de extraordinária riqueza sensorial.
Day 4

Pocinho marca o ponto navegável mais oriental do Rio Douro — o término do vale onde a história do vinho do Porto começou e onde a paisagem atinge sua expressão mais elementar e dramática: encostas de xisto quase verticais em terraços transformados em escadas de vinhedos, com o rio correndo prateado entre eles na luz da manhã. Os barcos rabelo restaurados, que outrora transportavam barris de vinho rio abaixo, agora são uma memória romantizada, mas as quintas em funcionamento do vale recebem visitantes para degustações dos vinhos não fortificados cada vez mais celebrados do alto Douro. O Parque Natural Internacional do Douro, que faz fronteira com a Espanha, protege colônias raras de abutres egípcios no planalto circundante. De setembro a outubro, durante a colheita, é a temporada imperdível.

Vega de Terrón é um pequeno porto fluvial na fronteira com Portugal, onde o Douro — navegável aqui apenas desde meados do século XX — abre caminho através do espetacular Parque Natural Arribes del Duero, uma paisagem de desfiladeiros de granito que mergulham centenas de metros até o rio abaixo, pontilhada por vilarejos antigos e raros locais de nidificação de cegonhas pretas. Passageiros de cruzeiros fluviais desembarcam aqui para descobrir uma fronteira ibérica que séculos de penhascos íngremes e correntezas selvagens mantiveram praticamente impenetrável, explorando vinícolas portuguesas nas proximidades que produzem tintos ousados e terrosos de vinhedos de xisto centenários. A primavera acende as encostas do desfiladeiro com flores silvestres; o outono infunde as vinhas em terraços com cobre polido e ouro.
Day 5

Barca d'Alva, uma remota vila de fronteira no ponto mais alto navegável do Rio Douro, marca o término oriental dos cruzeiros fluviais portugueses, onde a paisagem muda de vinhedos em terraços de vinho do Porto para as austeras terras de granito de Trás-os-Montes. A estação ferroviária abandonada com azulejos, os pomares de amendoeiras que descem até a margem do rio e o silêncio do parque arqueológico do Vale do Côa — que protege a coleção mais importante do mundo de arte rupestre paleolítica ao ar livre — tornam este um ponto de parada inesperadamente rico. A primavera traz flores de amendoeira em cada colina; o outono chega dourado com a colheita da vindima. A cidade espanhola de Salamanca fica a uma hora de carro a leste.
Day 6
Régua, porta de entrada para a vertiginosa região vinícola do Vale do Douro em Portugal, está situada no ponto onde o rio entra em seu desfiladeiro mais dramático — vinhedos em terraços subindo encostas impossíveis de todos os lados, suas paredes de xisto um testemunho de gerações de determinação vitícola. O Museu do Vinho na estação de azulejos art nouveau de Pinhão captura a alma da região, enquanto as grandes quintas — Ramos Pinto, Croft, Niepoort — abrem suas adegas para degustações íntimas de vinho do Porto vintage e brancos secos luminosos. A temporada de colheita em setembro e outubro transforma o vale em um festival de cores e fermentação.
Day 7
Guimarães é o berço de Portugal, listado como Patrimônio Mundial da UNESCO, onde o primeiro rei declarou independência em 1139, cercado por castelos de granito, ruas medievais e o notável Palácio dos Duques de Bragança. As experiências imperdíveis incluem explorar o centro histórico, degustar bacalhau à Minhota e vinho verde, e andar de teleférico até a Montanha da Penha. De abril a outubro, o clima é mais favorável, com as Festas Gualterianas de junho adicionando cor festiva.
Porto, o histórico porto fluvial francês na foz do Gironde, serve como a porta marítima histórica de Bordeaux e um destino de surpreendente riqueza cultural. O bairro da cidadela medieval oferece vistas panorâmicas sobre o rio, enquanto o château neogótico e a igreja românica ancoram uma cidade que outrora abastecia viagens transatlânticas. Restaurantes locais celebram os produtos renomados da região — cordeiro de Pauillac, ostras da bacia de Arcachon e os grandes vinhos do Médoc, cujos lendários châteaux estão a uma curta distância de carro. Visite em setembro durante a colheita das uvas para uma atmosfera inesquecível.













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