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Canadá

Enseada de Shaftesbury, Nunavut, Canadá

Shaftesbury Inlet, Nunavut, Canada

Na vasta e desértica extensão do arquipélago ártico do Canadá, o Inlet Shaftesbury fura a costa sudeste da Ilha Baffin, em Nunavut — uma das vias navegáveis mais remotas e menos visitadas do Ártico canadense. Este estreito inlet, que se insinua na antiga rocha pré-cambriana do Escudo Canadense, oferece aos cruzeiros de expedição um encontro íntimo com uma paisagem moldada por três bilhões de anos de história geológica e dez mil anos de habitação Inuit.

O caráter do Inlet Shaftesbury é definido por sua severidade ártica e seu profundo silêncio. O terreno circundante é a clássica tundra ártica — uma paisagem ondulante de rochas cobertas de líquen, salgueiros anões e prados de junco que explodem em cores durante o breve verão, quando as papoulas árticas, a saxifraga roxa e a grama de algodão florescem em uma temporada de crescimento comprimida que dura mal oito semanas. A luz nessas latitudes — baixa, dourada e aparentemente eterna durante o verão ártico — cria condições que os fotógrafos descrevem como algumas das melhores da Terra.

A presença Inuit nesta região remonta a milênios. O povo Thule — ancestrais dos atuais Inuit — estabeleceu acampamentos sazonais por toda a parte sudeste da Ilha Baffin, caçando os mamíferos marinhos e caribus que os sustentavam durante o longo inverno ártico. Os sítios arqueológicos ao longo das margens do fiorde revelam anéis de tendas, depósitos de alimentos e fragmentos de qulliq (lâmpada de pedra-sabão) que documentam um modo de vida de extraordinária adaptação a um dos ambientes mais severos do planeta. A comunidade moderna mais próxima é Iqaluit, a capital de Nunavut, embora permaneça a uma distância considerável por mar ou ar.

Os encontros com a vida selvagem na Baía Shaftesbury podem ser espetaculares. Os ursos polares perambulam por esta região, caçando focas aneladas no gelo marinho e forrageando ao longo da costa durante os meses sem gelo. As renas cruzam a tundra em pequenos grupos durante suas migrações sazonais. As lebres árticas, adaptadas ao ambiente extremo com suas espessas pelagens brancas, saltam pelo terreno rochoso com uma velocidade que surpreende. Nas águas da baía, narvais — os misteriosos "unicórnios do mar" — são ocasionalmente avistados, com suas presas espiraladas rompendo a superfície em breves aparições quase alucinatórias.

A Baía Shaftesbury é acessível apenas por embarcações de expedição, geralmente como parte de itinerários do Ártico Canadense que operam durante a breve temporada de verão, de final de julho até início de setembro. Os desembarques em Zodiac nas costas da baía dependem das condições climáticas e do gelo. Os visitantes devem estar preparados para temperaturas que variam de zero a dez graus Celsius, mesmo no verão, com a possibilidade de neve a qualquer momento. A recompensa por esse compromisso é um encontro com uma das últimas paisagens verdadeiramente selvagens da Terra.