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Papua-Nova Guiné

Ilha Samurai, Papua-Nova Guiné

Samurai Island, Papua New Guinea

Nas águas da costa sudeste da Papua Nova Guiné, onde o Mar de Salomão encontra os canais do Arquipélago Louisiade, a Ilha Samarai ocupa uma posição de importância histórica e emocional que supera amplamente suas diminutas dimensões físicas. Esta pequena ilha de coral — com apenas 500 metros de largura — foi outrora a capital colonial da Divisão Oriental da Nova Guiné Britânica, um vibrante centro administrativo e porto comercial cujos grandiosos edifícios da era vitoriana, jardins bem cuidados e clubes sociais a tornaram a "Pérola do Pacífico." Hoje, a selva recuperou a maior parte da cidade, e Samarai existe em um estado de bela e melancólica ruína.

O declínio da ilha espelha a história mais ampla do colonialismo europeu no Pacífico. Em seu auge, no início do século XX, Samarai era um próspero porto que conectava as plantações de copra, os campos de ouro e os bancos de pérolas da Papua Nova Guiné oriental ao mundo mais amplo. Os vapores chegavam regularmente, comerciantes construíam elegantes casas tropicais, e uma hierarquia social de administradores coloniais, missionários e comerciantes mantinha os costumes europeus em uma paisagem de calor equatorial e chuvas de monção. A transferência da capital para Alotau, no continente, após a Segunda Guerra Mundial, deu início ao lento declínio de Samarai, e a remoção dos serviços governamentais em 1968 selou seu destino como um lugar esquecido.

Não há restaurantes formais em Samarai, mas a pequena comunidade remanescente da ilha oferece aos visitantes uma calorosa recepção e, com arranjos prévios, refeições preparadas com ingredientes locais — peixes frescos de recife, curries à base de coco, taro e batata-doce. As águas circundantes são extraordinariamente produtivas, e a pesca fornece tanto sustento quanto renda para a comunidade. A noz de betel, essa moeda social melanesiana onipresente, é oferecida livremente, e aceitá-la é a resposta educada — embora avermelhadora para a boca.

Os edifícios coloniais em ruínas, sendo lentamente consumidos pela vegetação tropical, criam um dos locais mais atmosfericamente poderosos do Pacífico. As raízes das árvores de banyan separam paredes de pedra, cipós cobrem antigas varandas, e o velho cais, onde escunas de comércio outrora carregavam copra, desmorona nas águas cristalinas. O memorial japonês, que homenageia as intensas batalhas que varreram a região durante a Segunda Guerra Mundial, acrescenta outra camada histórica. Apesar de sua decadência, a ilha mantém uma beleza assombrosa — a combinação de verde tropical, ruínas coloniais e águas límpidas cria cenas que parecem pertencer a um romance de Gabriel García Márquez.

Samarai é acessível por barco banana (pequeno barco a motor) a partir de Alotau, a capital da Província de Milne Bay, que é servida por voos domésticos de Port Moresby. Navios de cruzeiro de expedição em itinerários pela Papua Nova Guiné ocasionalmente ancoram perto da ilha. A melhor temporada vai de maio a outubro, quando os ventos alísios do sudeste trazem condições mais secas e mares mais calmos. Os visitantes devem ser autossuficientes em termos de provisões e estar preparados para condições básicas — o charme de Samarai reside precisamente no que perdeu tanto quanto no que permanece.